Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

... cheguei a temer pela minha sanidade mental: a dois dias de terminar o prazo para requerer aprovação do tema da tese e orientação, concluí que tinha saltado um importante passo - falar com o professor que queria que me orientasse.

E, de repente, descobri que os meus "sents" são muito limitados a coisas que pouco interessam e que os números dos meus colegas de mestrado desapareceram do meu telemóvel - na verdade acho que os apaguei, pelo que, no fundo, isto deve ter sido castigo!

Último recurso: gabinete de mestrados! E foi a minha sorte! Pese embora a senhora tenha ignorado o e-mail que havia combinado que lhe ia enviar com o intuito dela o encaminhar a quem de direito, quando lá apareci multiplicou-se em acções para me ajudar. Depois foram os astros a trabalhar a meu favor (de notar que eu não acredito nestas coisas, mas ficava bem incluir aqui a frase!): o meu professor estava à minha frente daí a uns minutos.

De seguida aconteceu tudo a correr! Ele não podia ser meu orientador, mas havia a outra professora - que também me deu aulas em tempos. Marquei falar com ela e quando chegou a hora julguei que se tinha esquecido, pois não estava no local combinado. Desalmadamente procurei-a pelos corredores daquela escura e fria casa e, prestes a desistir, heis senão quando ela me aparece: não nos desencontrámos por mero acaso!

Resumindo: tenho Professora Orientadora; tenho tema; não sei se terei tese, mas estou optimista; e tenho uma apresentação aos alunos de mestrado da minha orientadora, dia 14, sobre a Directiva Fusões.

Em face disto, que mais posso dizer a não ser que este foi um dia de sorte? : )



publicado por AB às 22:59 | link do post | comentar | favorito

Domingo, 27 de Abril de 2008

Num dos belos dias destas últimas duas semanas completei dois anos de "repartição" - esta expressão do Ressio, em tempos, foi muito bem pensada. Mas continuando... A par desse marco na minha vida profissional, em menos de um mês parece que será o meu 26.º aniversário... A juntar a tudo isto, uma casa! Resumindo: acho que posso ficar deprimida!

Aliás... Para ajudar à festa, ontem resolvi ir às compras - que isto de uma rapariga andar bem parecida tem os seus custos e implica um certo cuidado! Mas regressei de mãos vazias! Parece então que estou naquele ponto em que o número mais pequeno fica justo naquela zona problemática das mulheres e com o número acima fico parecida com aquilo a que carinhosamente gosto de chamar "saco de batatas". Resumindo: ou me alimento desalmadamente de chocolates para encher o tecido a mais... Ou procuro rapidamente uma modista que me faça as saias e as calças à medida!

Rapariga sofre!



publicado por AB às 20:08 | link do post | comentar | favorito

... Desde há umas duas semanas: tenho um mote para um post, ligo a máquina, mas depois chega-se-me a preguicite e nada - nem uma linha.

A bem da verdade, estas últimas duas semanas foram tudo menos fáceis... Ou simpáticas... Ou prazeirosas! Aliás, pareceram bem mais que duas semanas.. Talvez um mês! 30 dias chatos, cansativos, de chuva e quase neura contínua.

A parte boa? O meu avô fez 77 anos! E está ali para as curvas! Até me fez uma serenata e tudo! A casa também lá vai andando... E sei que houve mais qualquer coisa, mas não me lembro o quê!

E que isto de eu não me lembrar não seja um choque: não fosse uma consulta furtiva à agenda que raramente visito, e dia 11 de Maio tinha de arranjar maneira de estar em dois sítios ao mesmo tempo - tinha-me esquecido da Primeira Comunhão da minha afilhada. Eu sei... É uma vergonha! Mas é assim que eu ando.



publicado por AB às 19:53 | link do post | comentar | favorito

Domingo, 13 de Abril de 2008

... Que me fazem chatear com os outros... Mas que, geralmente, passam - mais cedo ou mais tarde.

Problemáticas são as coisas que me fazem chatear comigo mesma. Essas moem-me, e remoem-me, e deixam-me de cabelos em pé. Chego mesmo a insultar-me a mim mesma.

Hoje foi um desses dias.

Tal como diria um grande amigo: "errar uma vez é humano; duas vezes é estupidez; à terceira ou à quarta vez já é inqualificável".

... Mas é como eu sempre digo: isto com o tempo vai.



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Quinta-feira, 3 de Abril de 2008

... De lânguidamente me deleitar ao sol tem-me perseguido nos últimos dias.

O calor dá-me volta ao miolo - é um dado adquirido.



publicado por AB às 22:44 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

É certo: poucos saberão que, há muuuuitos anos atrás, alguém pensou que eu até poderia vir a ser pianista...

Eu confesso que nunca dei grande valor à questão - sempre achei que os meus neurónios estavam mais direccionados para as leis do que para qualquer outra coisa -, mas hoje, ao ver aqueles dois a tocar com tanta intensidade, pus-me a pensar.

Tinha os meus seis anitos quando pedi aos meus pais para me deixarem frequentar as aulas de um professor de música que ensinava a tocar orgão e piano. Recordo que mal conseguia esticar os dedos o suficiente para percorrer as teclas - e tremia que nem varas verdes... Logo passado uns meses, a nossa primeira audição - onde fizeram questão de me apresentar como "a mais pequenina": levantei-me do banco onde estava, dirigi-me ao orgão, toquei o que tinha a tocar (num ápice) e quase me ia esquecendo de agradecer as palmas do público, não fosse o olhar matador do meu professor! (Tenho em VHS este maravilhoso momento para um dia mostrar aos meus netos!!)

Mais tarde veio o piano e a ideia do conservatório. Ainda estudei umas peças e tal, mas a dada altura resolvi que talvez não fosse boa ideia - eu achava mesmo que não tinha veia de artista!

Depois o coro da igreja. Sim... Eu toquei num coro de igreja! A lembrança mais marcante desses tempos? Uma missa em que o coro se enganou e repetiu uma parte da música - o que deu em eu estar a tocar uma coisa e eles a cantarem outra. O maestro só dizia: "continua! continua! não pares! foram eles!!"

Enfim, tudo isto só pelo momento musical de hoje.

Pergunto-me o que teria sido a minha vida se eu tivesse continuado.

Nos últimos anos raramente toco... Só mesmo quando estou muito triste. Porquê? Não sei. Julgo que é uma espécie de catarse.

 



publicado por AB às 21:58 | link do post | comentar | favorito

Definição: pessoa que fala muito e sem pensar.
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